sábado, 24 de julho de 2010

"Ouviiir"

"Enquanto estivermos vivendo uma experiência, deveremos entregar-nos ao acontecimento e fechar os olhos, não permaneceremos contemplativos durante tal experiência. Pois isso estragaria a boa digestão do acontecimento: em vez de ganharmos em sabedoria, sairíamos dele com uma ingegistão." Frederich Nietzche in Humano demasiado humano

terça-feira, 22 de junho de 2010

"(...)Aprendi que a vida é dura, mas eu sou mais duro ainda!(...)"

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Dádiva de mim para mim

Mereço tudo isto. Mereço sem qualquer sombra de dúvida.
Os meus dedos são longos e tocam agora numa nuvem de espuma... A água está muito quente.
Os meus lábios celaram-se por amor à minha voz. Estou naquela fase de retiro, aquele retiro de que a Lúcilia tanto falava... Agora percebo o que isso é... Será que... Será que eles percebem?
Não quero falhar novamente. As chances foram muitas. Agarro-me agora à mais forte de todas as chances.
Agradeço ao úniverso o facto de estar aqui... No meio de todo este branco.

P.S: I would like to say: Big Thank You... Thank you David Bryan "full moon"

A lua agora brilha de forma diferente.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Qual J.K Rowling, escrevo no comboio... Quero escrever bem, mas estou cansada... Acontece que esta página que virei estava mais pesada que o esperado. Agora está tudo de uma côr diferente.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

A Queixa

Tenho pena de não ter conseguido editar este texto. Vai "em cima do joelho".
Acho que penso demasiado. Relaciono, e associo tudo... Tento encontrar algo que se associe a tudo o que observo... Não procuro filosofar, porque a filosofia quanto a mim não se procura... Esqueci-me do seguimento desta re
Não tenho vontade nenhma de escrever, porém sinto uma revolta que prende com fios os meus dedos. Os meus dedos neste momento tecla
O meu avô faleceu na passada terça-feira, mas não consigo pronunciar-me acerca disso, por isso vou continuando, sem puxar demasiado pela cabeça.
m frenéticamente, qual datilógrafa possuidora de currículum, digamos que... aceitável! Claro está que à medida que fui escrevendo fui perdendo a engrenagem, a velocidade em si... Faltam-me as palavras... Confesso que não durmo há dois dias.
flecção, mas perdi o fio à meada... Tenho imensa pena porque creio francamente que sairia dali algo extremamente inquietante.
Inquieto está o meu espírito. A cabeça, encontra-se mais cansada que o meu corpo, que por sua vez, não tão cansado, está dorido, em todas os membros, à excepção dos braços.
Esta constante introspecção faz-perder a gotinha de paciência que seja, para me aturar a mim mesma. Gostaria de ser poética para florear um pouco mais a coisa, mas não estou a conseguir.
"Raquel descansa", descansa agora meu coração... Esta frase é adaptada de quem? Não vou procurar ao livro do Hamlet a tirada na sua origem porque nem forças agora tenho para me levantar. Se escrevesse um fado, a palavra "queixume" estaria em cada estrofe.
Não aturo a vida. Só me vem a palavra crueldade à cabeça.
Não tenho bagagem para isto.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Considero-me pouco racionalista, demasiado emotiva, perdida nos instintos.

sexta-feira, 26 de março de 2010

O meu guarda-chuva

Vou descendo a rua
Acendo um cigarro e atraveço uma ponte
Os pés estão doridos sobre os saltos altos
Caem gotas de chuva
Cheira a primavera
E eu só desejo encontrar-te no outro lado
Lisboa à noite tem muita magia
A noite torna as ruas mais bonitas
O tom amarelado das luzes dos cadeeiros
Os cheiros dos perfumes das pessoas mistura-se
O som das vozes, das cadeiras que se arrastam, e as músicas de fundo...
Ao fundo da rua ouço o fado da minha alegria forçada
Doem-me os pés
Não aguento mais
Amanhã quero sol
Amanhã quero andar sem destino
Não voltarei a atravessar a ponte novamente
Acendo mais um cigarro
Está na minha hora...